domingo, 18 de dezembro de 2011

“Sempre acreditei que toda vez que a gente entra numa igreja pela primeira vez, vê uma estrela cadente ou amarra no pulso uma fitinha de Nosso Senhor do Bonfim, pode fazer um pedido. Ou três. Sempre faço. Quando são três, em geral, esqueço dois. Um nunca esqueci. Um sempre pedi: amor”.

Caio Fernando Abreu.

( :

‘Querida felicidade, não seja tão passageira como o vento. Não me esquente e depois me deixe para trás, no rigoroso inverno, novamente. Venha, me habite. Vamos, se apresse. Não temos mais todo o tempo do mundo’.

 
Autor Desconhecido.

(...) No final do livro está escrito que o amor triunfou.